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2017

v. 9, n. 17 (2017): Cultura urbana

Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações; 15º volume: Estéticas periféricas (abril de 2016) — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para CULTURA URBANA, por entender que com o crescimento geográfico e populacional das cidades torna-se importante discutir acerca das culturas urbanas neste momento em que as fronteiras se dilatam e as pessoas tornam-se refugiadas, ou estranhas, em sua própria casa, local, cidade ou país. Na verdade, a rubrica Cultura urbana contempla muitas culturas e algumas, apesar de estarem dentro das cidades, nem são tão urbanas asssim. As cidades têm seus centros, mas têm também suas periferias. E estas periferias têm seus centros e uma vida não menos urbana. Pluralizam-se as cidades, os centros e as periferias, bem como os shoppings por onde as pessoas transitam, os lugares todos, como as praças, os bares, as filas, os mercados, as ruas e, por conseguinte, há um desdobramento conceitual do mundo ao redor. Urbano e não urbano, centros e periferias, comunidades e bairros, cada lugar geográfico propõe também uma discussão geocultural. Cada vez mais, temos culturas, no plural. E é também de forma pluralística que devemos pensar. As cidades extravasaram para o seu fora, e vice-versa, rompendo as fronteiras que existiam entre as culturas. Leituras pós-modernas vêm sendo feitas no sentido de alargar a discussão acerca das culturas urbanas. Outras leituras têm se detido, assentadas estas em outras epistemologias, como as leituras pós-colonais. Ao se deterem nas diferenças coloniais existentes no mundo contemporâneo, as leituras pós-coloniais propõem especificidades importantes entre os lóci e, por extensão, entre as culturas e as pessoas. De qualquer forma, com o mundo em movimento como vem acontecendo neste momento no planeta, nunca é demais se deter acerca de conceitos que nos situam melhor deste mesmo mundo que nos sobrou para viver. Dentro ou fora, urbano ou não, os lugares passam a ser o começo para as reflexões do presente. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS (desde 2009), como se pode ver por meio das temáticas publicadas, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental. E aqui cabe a pergunta: a Cultura urbana é da ordem da exterioridade ou da interioridade? Qualquer resposta nesse sentido seria precipitada. De modo que é preciso, e até meio urgente, que se faça uma longa discussão sobre as localizações das culturas, sejam elas urbanas ou periféricas, pertencentes ao primeiro, segundo ou terceiro mundo, pouco importa; porque o que importa mesmo é que as culturas estão em todos os lugares do planeta, das cidades, dos bairros e das ruas, neste século 21. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for CULTURA URBANA.


2016

v. 8, n. 16 (2016): Estéticas Periféricas

Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); e 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para ESTÉTICAS PERIFÉRICAS, por entender que o momento presente quebra o poder de uma estética moderna abstrata que imperou e ainda impera na modernidade, propondo, por conseguinte, estéticas outras que, na verdade, já grassavam nas bordas do mundo ocidental. Estéticas do corpo, da rua, das periferias urbanas, das emoções e sentimentos, estéticas das diversidades, estéticas das cidades, estéticas das fronteiras, dos perseguidos e refugiados, entre muitas outras, fazem o desenho de uma imagem e de uma paisagem ainda não contornado pelos saberes da atualidade. Muitas são as teorias contemporâneas que têm proposto discussões que, direto ou indiretamente, contemplam as estéticas do presente. Todavia, se algumas dessas teorias ainda não conseguem se desvencilhar do poder de força da estética moderna, outras teorias mais recentes, como a pós-colonial, por exemplo, vêm desfazendo aquele olhar imperial e abstrato que permaneceu intacto na estética moderna ocidental. As teorias pós-coloniais, subalternas, periféricas e fronteiriças, que não por acaso geralmente emergem das margens da nação moderna, propõem não uma desconstrução da estética moderna, mas, sim, a possibilidade de olhar para os seres e as coisas a partir de uma estética outras, vinculada a sensibilidades locais e biográficas jamais contempladas pela estética moderna. E talvez pelo simples fato de esta estética ter deixado de fora de sua discussão o corpo, por exemplo. Se a razão moderna imperou na estética moderna, nas estéticas periféricas temos a ascensão dos corpos, atravessados por seu saber, seu poder, seu lócus e seu bios. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS (desde 2009), como se pode ver por meio das temáticas publicadas, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental. E as Estéticas Periféricas estão na exterioridade do pensamento ocidental moderno. De modo que, o que sabemos delas até este século 21, foi nos mostrado por meio da interioridade da razão ocidental moderna. As Estéticas periféricas não podem ser contempladas pelos discursos acadêmico e disciplinar que prevalecem dentro das academias e dos manuais. Os textos deste volume tratam da importância de se deter na temática proposta, especificamente porque estéticas e epistemologias contemporâneas demandam um descentramento dos postulados discursivos assentados tão somente no olhar acadêmico e disciplinar. Já é um consenso de que há uma plêiade de intelectuais periféricos produzindo ou articulando uma epistemologia outra como forma de, entre outros propósitos, barrar aquelas velhas teorias estetizantes e abstratas ainda declinadas do grego e do latim. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for ESTÉTICAS PERIFÉRICAS.

2015

v. 7, n. 13 (2015): Povos indígenas

Depois de todas as temáticas abordadas – a 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014) – os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para os POVOS INDÍGENAS, por entender que tais sujeitos ilustram uma das discussões culturais mais séria do país, a começar pelo descaso do poder público e do abuso dos latifundiários das terras desse país continental. O lócus geoistórico e cultural de onde os CADERNOS são pensados, a UFMS, a capital Campo Grande, o estado de Mato Grosso do Sul e a fronteira-Sul que compreende a região e os países lindeiros Bolívia e Paraguai ilustram de forma exemplar a condição social, política e cultural a qual o sujeito subalterno ameríndio esta acometido. Os textos deste volume tratam da importância de se deter na temática proposta, especificamente porque epistemologias contemporâneas demandam um descentramento dos postulados discursivos assentados tão somente no olhar acadêmico e disciplinar. Já é um consenso de que há uma plêiade de intelectuais ameríndios produzindo sua própria epistemologia para, entre outros propósitos, barrar aquelas velhas teorias ainda declinadas do grego e do latim. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for POVOS INDÍGENAS.


Edgar Cézar Nolasco

2014

v. 6, n. 12 (2014): Eneida Maria de Souza: uma homenagem

Depois de todas as temáticas abordadas ─ 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8° Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º Pós-Colonialidade (Abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem ─ os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS entenderam que era o momento (aliás, como aconteceu com o volume anterior) de se voltar especificamente para a crítica, a cultura e a intelectualidade brasileira, priorizando aquele traço culturalista contemporâneo que mais se aproximava de sua proposta inicial desde 2009. Dessa vez, o intelectual brasileiro que melhor representa a política defendida pelo periódico é ninguém menos que Eneida Maria de Souza. Os textos arrolados neste volume pontuam, cada um a seu modo, a importância incontestável da vida intelectual de Eneida, tanto para o Brasil, quanto para a América Latina e o resto do mundo. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da Comissão Organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for ENEIDA MARIA DE SOUZA.


2013

v. 5, n. 10 (2013): Memória Cultural

Dando continuidade às temáticas que vêm abordando ─ 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8° Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º Pós-Colonialidade (Abril de 2013) ─ os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Memória Cultural. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os CADERNOS surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais especialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito político e culturalmente tão interligado à América latina. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cadernos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Memória Cultural no Brasil.


2012

v. 4, n. 8 (2012): Eixos Periféricos

EDITORIAL

Dando continuidade às temáticas que vêm abordando – 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais– os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Eixos periféricos. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os Cadernos surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais especialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito ainda em aberto como o de Eixos periféricos. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cadernos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Eixos periféricos no Brasil.


Edgar Cézar Nolasco




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ISSN: 1984-7785